O objetivo do autor é passar ao
público alvo, os jovens, a importância das palavras na nossa vida. Mostrar como
a leitura influência o nosso cotidiano. A partir de uma trama que envolve
família, sentimentos e a busca insana por uma palavra que de fato poderia mudar
a vida daquelas pessoas quando a encontrasse.
No início da obra há uma preocupação de informar o que é a palavra, pra que ela serve e como podemos usar. Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha no seu texto, a palavra é a "roupa do pensamento", se não soubéssemos falar o mundo seria um amontoado de sensações inexprimíveis e impulsos incontrolados. A partir da palavra que conseguimos nos comunicar, contar histórias, nos expressar, sendo uma faca de dois gumes, podemos também mentir, maldizer, e por aí vai... A palavra está em nossas mãos.
A história é narrada por uma palavra, a tal palavra mágica, a mesma se compara com "abracadabra", "abra-te Sésamo" e "shanzam" das histórias infantis, ela, realmente, tinha uma certa magia. Ela explica que as palavras organizadas formam frases, e essas frases formam histórias, e então resolve começar a contar a sua história.
Introduz falando de Pedro, um menino pobre que morava na cidade de São Roque, gostava de estudar mesmo morando três quilômetros do seu colégio e precisando caminhar para chegar até lá, era um menino feliz, comportado, tinha uma irmãzinha, e na sua casa viviam em harmonia, mas tinha algo que lhe intrigava, a relação da sua família com seu avô, que parecia ser chato, carrancudo, mas algum motivo deveria ter, então, questionou seu pai. É, seu avô tinha mesmo vacilado, tinha abandonado seus filhos para viver com outra mulher, havia muita mágoa e rancor guardado no coração dos membros daquela família, assim Pedro faz um acordo de que ajudaria o avô quando precisasse. Seu avô fica doente, e é hora de cumprir o que havia dito, foi visitá-lo, e é lhe pedido por ele que ficasse lá um tempo para cuidá-lo, até se recuperar, Pedro se surpreende e não tem como negar o pedido. Ao se instalar lá, estabelece aos poucos um laço afetivo como vô Lucídio. O vô decide contar o segredo da sua vida, se abrir pro neto e pedir ajuda... Ele tinha ganhado na loteria com o Joca, mas pra receber o dinheiro ele precisava saber a palavra que foi estabelecida como senha pelo amigo que havia morrido, ele tinha deixado por escrito, mas o Lucídio não sabia ler e o papel foi molhado pela chuva, então estava de mãos atadas, há muitos anos isso havia acontecido, o Pedro ficou intrigado, contou a seu pai, que não acreditou, e propôs que se fosse verdade eles fizessem as pazes, seu pai concordou, e daí ele resolveu ir atrás desse mistério, afinal, poderia ajudar sua família a entrar em comunhão. Decidiu ir até a loteria, a história foi confirmada, ele voltou pra casa com uma escultura de capivara como presente para o avô, até receber a notícia da sua mãe, seu avô havia sido hospitalizado, então corre e vai de encontro, na entrega do seu presente o avô se manifesta expressando tamanha alegria, o presente havia lhe feito lembrar da tal palavra mágica. Semanas depois, o vô Lucídio morre, mas morre satisfeito e reconciliado com sua família.
Existem dois momentos de mais tensão no livro, quando o avô fala que quer conversar com o neto, e assim revela o mistério, o que justificaria aquele jeito retraído, e quando o menino vai até a cidade em busca da loteria para saber se é verdade a história contada pelo avô. Nesses dois acontecimentos é que está o desvendar da história, desperta no leitor uma curiosidade dos fatos que podem acontecer posteriormente, uma insegurança se realmente vai dar tudo certo e uma surpresa depois do desenrolar. É uma obra com uma leitura encantadora, que tem em si uma simplicidade rica de bons ensinamentos.
No início da obra há uma preocupação de informar o que é a palavra, pra que ela serve e como podemos usar. Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha no seu texto, a palavra é a "roupa do pensamento", se não soubéssemos falar o mundo seria um amontoado de sensações inexprimíveis e impulsos incontrolados. A partir da palavra que conseguimos nos comunicar, contar histórias, nos expressar, sendo uma faca de dois gumes, podemos também mentir, maldizer, e por aí vai... A palavra está em nossas mãos.
A história é narrada por uma palavra, a tal palavra mágica, a mesma se compara com "abracadabra", "abra-te Sésamo" e "shanzam" das histórias infantis, ela, realmente, tinha uma certa magia. Ela explica que as palavras organizadas formam frases, e essas frases formam histórias, e então resolve começar a contar a sua história.
Introduz falando de Pedro, um menino pobre que morava na cidade de São Roque, gostava de estudar mesmo morando três quilômetros do seu colégio e precisando caminhar para chegar até lá, era um menino feliz, comportado, tinha uma irmãzinha, e na sua casa viviam em harmonia, mas tinha algo que lhe intrigava, a relação da sua família com seu avô, que parecia ser chato, carrancudo, mas algum motivo deveria ter, então, questionou seu pai. É, seu avô tinha mesmo vacilado, tinha abandonado seus filhos para viver com outra mulher, havia muita mágoa e rancor guardado no coração dos membros daquela família, assim Pedro faz um acordo de que ajudaria o avô quando precisasse. Seu avô fica doente, e é hora de cumprir o que havia dito, foi visitá-lo, e é lhe pedido por ele que ficasse lá um tempo para cuidá-lo, até se recuperar, Pedro se surpreende e não tem como negar o pedido. Ao se instalar lá, estabelece aos poucos um laço afetivo como vô Lucídio. O vô decide contar o segredo da sua vida, se abrir pro neto e pedir ajuda... Ele tinha ganhado na loteria com o Joca, mas pra receber o dinheiro ele precisava saber a palavra que foi estabelecida como senha pelo amigo que havia morrido, ele tinha deixado por escrito, mas o Lucídio não sabia ler e o papel foi molhado pela chuva, então estava de mãos atadas, há muitos anos isso havia acontecido, o Pedro ficou intrigado, contou a seu pai, que não acreditou, e propôs que se fosse verdade eles fizessem as pazes, seu pai concordou, e daí ele resolveu ir atrás desse mistério, afinal, poderia ajudar sua família a entrar em comunhão. Decidiu ir até a loteria, a história foi confirmada, ele voltou pra casa com uma escultura de capivara como presente para o avô, até receber a notícia da sua mãe, seu avô havia sido hospitalizado, então corre e vai de encontro, na entrega do seu presente o avô se manifesta expressando tamanha alegria, o presente havia lhe feito lembrar da tal palavra mágica. Semanas depois, o vô Lucídio morre, mas morre satisfeito e reconciliado com sua família.
Existem dois momentos de mais tensão no livro, quando o avô fala que quer conversar com o neto, e assim revela o mistério, o que justificaria aquele jeito retraído, e quando o menino vai até a cidade em busca da loteria para saber se é verdade a história contada pelo avô. Nesses dois acontecimentos é que está o desvendar da história, desperta no leitor uma curiosidade dos fatos que podem acontecer posteriormente, uma insegurança se realmente vai dar tudo certo e uma surpresa depois do desenrolar. É uma obra com uma leitura encantadora, que tem em si uma simplicidade rica de bons ensinamentos.
O livro mostra que cada palavra tem sua importância, sua
particularidade, não há aquela melhor do que a outra, cada uma possui sua
função, e dependendo do contexto que se encaixa, pode ser considerada mágica,
por mais que pareça simples e relevante. Além disso, a obra traz uma ideia
moral, de valores familiares, do perdão, o quanto é bom viver bem e em
comunhão, ajudando uns aos outros, fala da amizade verdadeira, Enfim... É
mostrada uma riquíssima reflexão para o bom convívio humano, serve de lição,
pra agirmos melhor com as pessoas que nos rodeiam, e perceber a importância de
manter essa relação, o homem precisa disso, ninguém vive só, a história nos
mostrou que nada é mais importante do que ter amigos e uma família ao seu lado,
não há dinheiro que possa pagar, nem orgulho que seja maior que a recompensa de
correr atrás e promover uma reconciliação.
— Flávia Côrtes
Grupo de Flávia, seu blog está altamente informativo, gostei bastante do conteúdo, com isso dá para ter uma ótima noção do romance. Parabéns pelo trabalho do grupo.
ResponderExcluirCamila Barros, 1° E.M.
Obrigada, Camila!
Excluir"Enfim... É mostrada uma riquíssima reflexão para o bom convívio humano, serve de lição, pra agirmos melhor com as pessoas que nos rodeiam, e perceber a importância de manter essa relação, o homem precisa disso, ninguém vive só, a história nos mostrou que nada é mais importante do que ter amigos e uma família ao seu lado, não há dinheiro que possa pagar, nem orgulho que seja maior que a recompensa de correr atrás e promover uma reconciliação."
ResponderExcluirNossa essa parte da resenha me tocou profundamente, vejo que de um livrinho temos uma diversidades de aspectos, que se levados para a nossa sociedade poderiam fazer a diferença.
O blog está bem informativo, a resenha um pouco grande mais quando comecei a ler não consegui parar...
Verdade, Obrigada!
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